Sintomas, diagnóstico e tratamento da espondilite anquilosante

Dr. Fernando Flores | CRM-SP: 153.076 | RQE: 76.186 • October 10, 2024

Atualizado em 10/06/2026

A espondilite anquilosante é uma doença inflamatória crônica que afeta principalmente a coluna vertebral e pode causar dor, rigidez e limitação progressiva dos movimentos. Na minha prática clínica, observo que muitos pacientes convivem com os sintomas por anos antes de receberem o diagnóstico correto, pois os sinais iniciais costumam ser confundidos com dores mecânicas comuns da coluna.


Neste artigo, explico os principais sintomas da espondilite anquilosante, como o diagnóstico é realizado e quais são as opções de tratamento disponíveis atualmente.


Se você ou alguém que você conhece sofre de espondilite anquilosante, continue lendo para obter informações sobre essa condição.


Sintomas da espondilite anquilosante


Dor e rigidez


Os sintomas mais comuns da espondilite anquilosante incluem dor e rigidez
na parte inferior das costas e quadris, especialmente pela manhã ou após períodos de inatividade. Essa dor pode ser intermitente ou constante, tendendo a melhorar com a atividade física e a piorar com o repouso. A rigidez matinal é um indicativo clássico dessa condição inflamatória.


Inflamação dos olhos


A
uveíte, uma inflamação dos olhos, ocorre em aproximadamente 40% dos indivíduos com espondilite anquilosante. Os sintomas incluem dor ocular, vermelhidão e sensibilidade à luz. Essa inflamação pode ser recorrente e requer atenção médica imediata para prevenir complicações visuais.


Fadiga e mal-estar


A inflamação crônica associada à espondilite anquilosante pode resultar em fadiga significativa e uma
sensação geral de mal-estar. Esses sintomas são frequentemente subestimados, mas têm um impacto considerável na qualidade de vida dos pacientes, afetando a capacidade de realizar atividades diárias e sociais.


Limitação de movimento


Com o avanço da espondilite anquilosante,
pode ocorrer a fusão das vértebras, resultando em uma coluna vertebral rígida e uma postura curvada. A limitação de movimento é um sinal de progressão da doença, dificultando a mobilidade e a flexibilidade do paciente. Essa limitação pode ser debilitante e afetar a capacidade de realizar tarefas cotidianas.


Quando suspeitar de espondilite anquilosante?


Diferentemente das dores mecânicas da coluna, a dor causada pela espondilite anquilosante costuma melhorar com a atividade física e piorar após períodos prolongados de repouso. Rigidez matinal persistente, dor lombar que dura mais de três meses e sintomas iniciados antes dos 45 anos são sinais que aumentam a suspeita da doença.


Na prática clínica, o diagnóstico precoce é um dos fatores mais importantes para evitar a progressão da inflamação e preservar a mobilidade da coluna ao longo dos anos.


Diagnóstico da espondilite anquilosante


Histórico clínico e exame físico


O diagnóstico inicial da espondilite anquilosante geralmente começa com um histórico clínico detalhado e um exame físico. Durante a consulta, o médico perguntará sobre os
sintomas, sua duração, e os fatores que os agravam ou aliviam. Este processo é essencial para identificar padrões de dor e rigidez que são característicos da condição.


Exames de imagem


Raio-X:
Este exame pode revelar alterações características nas articulações sacroilíacas e na coluna, típicas da espondilite anquilosante, como a fusão das vértebras.


Ressonância magnética:
A ressonância magnética é útil para detectar inflamação precoce e danos nas articulações, que ainda não são visíveis em raios-X. Este exame é particularmente valioso para o diagnóstico precoce e para monitorar a progressão da doença.


Exames laboratoriais


  • Teste de HLA-B27: Aproximadamente 90% das pessoas com espondilite anquilosante são positivas para o gene HLA-B27. A presença deste gene pode ajudar a confirmar o diagnóstico, embora nem todos os portadores do gene desenvolvam a doença.


  • Marcadores de inflamação: Testes laboratoriais como a proteína C-reativa (PCR) e a taxa de sedimentação de eritrócitos (ESR) são usados para medir os níveis de inflamação no corpo. Níveis elevados desses marcadores podem indicar a presença de uma inflamação crônica, comum em pacientes com espondilite anquilosante.


Tratamento da espondilite anquilosante


Medicamentos


  • Anti-inflamatórios Não Esteroides (AINEs)

Medicamentos como ibuprofeno e naproxeno são frequentemente os primeiros prescritos para reduzir a dor e a inflamação. Eles ajudam a aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente.


  • Biológicos

Para casos mais graves, medicamentos biológicos, como os inibidores de TNF e inibidores de IL-17, são usados para controlar a inflamação de forma mais eficaz. Esses medicamentos podem retardar a progressão da doença.


  • Corticosteroides

Utilizados em curto prazo, os corticosteroides podem controlar a inflamação severa, proporcionando alívio rápido dos sintomas mais agudos.


Fisioterapia


A fisioterapia é fundamental no tratamento da espondilite anquilosante, ajudando a
manter a mobilidade e a postura. Exercícios específicos são projetados para fortalecer os músculos ao redor da coluna e melhorar a flexibilidade, contribuindo para a manutenção de uma postura correta e a redução da dor.


Cirurgia


Em casos extremos, onde
há danos severos nas articulações ou a coluna se torna excessivamente curvada, a cirurgia pode ser necessária. Procedimentos cirúrgicos podem corrigir deformidades ou substituir articulações danificadas, proporcionando uma melhora significativa na função e na qualidade de vida.


Tipos de cirurgias


  • Artroplastia de quadril ou joelho: Se as articulações do quadril ou joelho estão gravemente danificadas, pode ser necessária a substituição por próteses artificiais. Esse procedimento ajuda a restaurar a mobilidade e reduzir a dor.


  • Osteotomia espinhal: Este procedimento envolve cortar e realinhar partes da coluna vertebral para corrigir curvaturas anormais e melhorar a postura. É indicado para pacientes com deformidades graves.


  • Fusão espinhal: Em alguns casos, pode ser necessária a fusão de várias vértebras para estabilizar a coluna e aliviar a dor. Esse procedimento pode limitar a flexibilidade, mas proporciona estabilidade à coluna.


Perguntas sobre a espondilite anquilosante


A espondilite anquilosante costuma gerar muitas dúvidas, principalmente porque seus sintomas podem se desenvolver de forma gradual e se confundir com outros problemas da coluna. Na prática clínica, é comum que pacientes procurem informações sobre diagnóstico, evolução da doença, atividade física, expectativa de vida e possibilidades de tratamento.


A seguir, respondo algumas das dúvidas mais frequentes sobre espondilite anquilosante.


  • O que é espondilite anquilosante?

    A espondilite anquilosante é uma doença inflamatória crônica que afeta principalmente a coluna vertebral, causando dor e rigidez nas articulações.


  • O que é espondilite anquilosante na coluna?

    É uma condição em que a inflamação ocorre nas articulações e nos ligamentos da coluna, levando à dor e rigidez progressivas.


  • O que provoca espondilite anquilosante?

    A causa exata é desconhecida, mas fatores genéticos, especialmente a presença do gene HLA-B27, desempenham um papel importante.

  • Onde a espondilite ataca?

    Principalmente na coluna vertebral, mas também pode afetar articulações sacroilíacas, quadris, ombros e até os olhos.




  • Quem tem espondilite tem vida normal?

    Com o tratamento adequado, muitos pacientes conseguem manter uma boa qualidade de vida e realizar suas atividades diárias.

  • Em qual exame se tem a primeira suspeita de espondilite anquilosante?

    Raio-X das articulações sacroilíacas é geralmente o primeiro exame para suspeita de espondilite anquilosante.



  • Quem tem espondilite anquilosante o que não pode comer?

    Não há restrições dietéticas específicas, mas uma dieta anti-inflamatória rica em frutas, vegetais e ômega-3 pode ser benéfica.


  • Quanto tempo vive uma pessoa com espondilite anquilosante?

    Com tratamento adequado, a expectativa de vida é geralmente normal.


  • Espondilite anquilosante pode matar?

    A espondilite anquilosante não é considerada uma doença fatal. Com diagnóstico precoce e tratamento adequado, a maioria dos pacientes consegue controlar os sintomas e manter uma boa qualidade de vida. 


    O acompanhamento médico é importante para monitorar a evolução da doença e prevenir complicações.

  • Espondilite anquilosante é degenerativa?

    Sim, é uma condição crônica e progressiva que pode levar à fusão das vértebras e perda de mobilidade.

  • Sacroileite é espondilite anquilosante?

    A sacroileite é a inflamação das articulações sacroilíacas e é frequentemente um sintoma inicial da espondilite anquilosante.


  • Qual exame detecta espondilite anquilosante?

    Ressonância magnética (RM) é eficaz para detectar inflamação precoce nas articulações sacroilíacas e na coluna.


  • Como tratar espondilite anquilosante?

    Tratamentos incluem medicamentos anti-inflamatórios, biológicos, fisioterapia e, em casos graves, cirurgia.

  • Quando suspeitar de espondilite anquilosante?

    Suspeite da doença se houver dor e rigidez nas costas que melhoram com exercício e pioram com repouso, especialmente em pessoas jovens.


  • Quem tem espondilite anquilosante pode fazer musculação?


    Sim, com orientação médica e evitando sobrecarregar as articulações afetadas.


  • Quem tem espondilite anquilosante pode doar sangue?

    Sim, desde que a condição esteja controlada e sem medicações que contraindicam a doação.


  • Quem tem espondilite anquilosante pode trabalhar?

    Sim, muitos pacientes continuam a trabalhar, embora algumas adaptações no ambiente de trabalho possam ser necessárias.


  • Quem tem espondilite anquilosante pode fazer quiropraxia?

    É essencial consultar um médico antes, pois alguns ajustes podem não ser apropriados.


  • Quem tem espondilite anquilosante pode engravidar?

    Sim, com acompanhamento médico adequado para gerenciar a condição durante a gravidez.



  • Quem tem espondilite anquilosante pode fazer academia?

    Sim, exercícios de baixo impacto e alongamentos são recomendados, sempre com orientação profissional.


  • Quem tem espondilite anquilosante pode andar de bicicleta?

    Sim, andar de bicicleta é um exercício de baixo impacto que pode ser benéfico.


  • Quem tem espondilite anquilosante pode ter filhos?

    Sim, a doença não impede a possibilidade de ter filhos.

  • Quem tem espondilite anquilosante pode correr?

    Correr pode ser possível, mas atividades de baixo impacto são preferíveis. Consulte seu médico para mais informações.



  • Qual a diferença entre espondilite anquilosante e espondiloartrose?

    Espondilite anquilosante é uma doença inflamatória, enquanto a espondiloartrose é um desgaste das articulações da coluna.

  • Onde doi a espondilite anquilosante?

    A dor ocorre principalmente na região lombar e quadris, mas pode afetar toda a coluna.



  • Espondilite anquilosante é uma doença grave?

    É uma condição crônica que pode ser grave se não tratada adequadamente, levando à perda de mobilidade.


  • Quais são os sinais de que a espondilite anquilosante está piorando e precisa de uma intervenção médica urgente?

    Aumento da dor, rigidez severa, novos sintomas neurológicos, inflamação ocular, ou problemas respiratórios são sinais que devem ser avaliados imediatamente por um médico.


  • Como curar espondilite anquilosante?

    Não há cura, mas o tratamento adequado pode controlar os sintomas e prevenir complicações.


Embora a espondilite anquilosante seja uma doença crônica, o diagnóstico precoce e o tratamento adequado podem reduzir a progressão da inflamação e preservar a qualidade de vida do paciente. Na minha prática clínica, observo que pacientes acompanhados desde as fases iniciais costumam apresentar melhor controle dos sintomas e maior preservação da mobilidade ao longo do tempo.


Ortopedia e cirurgia da coluna em São Paulo | Dr. Fernando Flores


A espondilite anquilosante é uma condição séria que requer um diagnóstico preciso e um plano de tratamento abrangente. Através de uma combinação de medicamentos, fisioterapia e ajustes no estilo de vida, é possível controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. Se você suspeita que tem espondilite anquilosante, consulte um médico para um diagnóstico e tratamento adequado. 


Quais são as suas principais preocupações em relação à espondilite anquilosante?


Se você tem preocupações sobre sua saúde da coluna, conheça o Dr. Fernando Flores, ortopedista com especialização em Cirurgia da Coluna Vertebral pela renomada Fundação Faculdade de Medicina do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas - USP, ele entrelaça excelência técnica e empatia, propondo um tratamento que não apenas visa a sua recuperação, mas também o seu bem-estar integral.


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Dr. Fernando Flores de Araujo Médico Ortopedista | Especialista em Cirurgia da Coluna Vertebral CRM-SP: 153.076 | RQE: 76.186



By Fernando Flores June 15, 2026
Dr. Fernando Flores, ortopedista especialista em cirurgia da coluna, CRM-SP 153.076, RQE 76.186. Quando procurar um cirurgião de coluna em São Paulo? Você deve procurar um cirurgião de coluna em São Paulo quando a dor nas costas persiste por semanas e não melhora com fisioterapia ou medicamentos. Também é indicado buscar avaliação se houver dor irradiada para perna ou braço, formigamento, fraqueza ou perda de sensibilidade. Após quedas, acidentes ou piora progressiva dos sintomas, a consulta é recomendada. Uma avaliação especializada ajuda a definir se o tratamento será clínico ou, em casos específicos, cirúrgico. Introdução A coluna vertebral é uma estrutura fundamental para sustentação, movimento e proteção dos nervos que controlam funções do corpo. Quando surgem dores persistentes, irradiação para membros, fraqueza ou sintomas neurológicos, pode ser essencial buscar um cirurgião de coluna . Este artigo explica de forma clara quando esse profissional é necessário, quais sinais de alerta não devem ser ignorados e como a avaliação especializada pode mudar o curso do tratamento. Continue lendo para entender melhor o assunto e saber se é o momento de procurar ajuda especializada. O que faz um cirurgião de coluna Um cirurgião de coluna é o médico especializado em avaliar, diagnosticar e tratar doenças que afetam a coluna vertebral. Ele pode ter formação em ortopedia ou neurocirurgia, com aprofundamento específico em patologias da coluna. Sua atuação vai além da cirurgia. Esse profissional acompanha casos de: Hérnia de disco Estenose do canal vertebral Escoliose Artrose da coluna Fraturas e deformidades O objetivo principal é identificar a causa da dor ou da limitação funcional e indicar o tratamento mais adequado, que pode ser clínico ou cirúrgico. Quando há indicação de procedimento, técnicas minimamente invasivas e endoscópicas são frequentemente consideradas, pois permitem menor agressão aos tecidos e recuperação mais rápida. Principais sinais de que é hora de procurar um cirurgião de coluna Saber quando procurar um cirurgião de coluna pode evitar a progressão do quadro e reduzir o risco de complicações. Dor persistente ou incapacitante Alguns sinais merecem atenção: Dor que não melhora após semanas de fisioterapia e medicamentos Dor constante que interfere no trabalho e nas atividades diárias Dor que irradia para perna ou braço, principalmente abaixo do joelho ou cotovelo Quando a dor deixa de ser episódica e passa a limitar a rotina, é importante investigar a causa com um especialista. Sintomas neurológicos Sinais de comprometimento nervoso incluem: Formigamento ou dormência nos membros Fraqueza progressiva Alterações no controle urinário ou intestinal Redução de sensibilidade ou mudança nos reflexos Esses sintomas podem indicar compressão nervosa e exigem avaliação especializada. Limitação funcional Se tarefas simples como caminhar, levantar da cadeira ou permanecer sentado por alguns minutos se tornam difíceis por causa da dor, é hora de procurar ajuda . Traumas e acidentes Após quedas , colisões ou impactos significativos, a dor na coluna não deve ser ignorada. Mesmo quando parece leve no início, pode esconder lesões estruturais que precisam ser avaliadas. Exames e avaliação A consulta com um cirurgião de coluna começa por uma análise clínica. O médico investiga quando a dor começou, onde está localizada, se há irradiação e o que o paciente percebe que melhora ou piora os sintomas. Esse momento é fundamental para direcionar o diagnóstico. Exame físico No exame físico são avaliados os movimentos da coluna, a força muscular, os reflexos e é feito a realização de testes específicos para identificar compressões nervosas. Além disso, quando necessário, podem ser solicitados exames de imagens: Radiografias para avaliar alinhamento e desgaste; Ressonância magnética para analisar discos e nervos ; Tomografia para detalhes ósseos . Esses exames complementam a avaliação clínica e ajudam a definir o melhor caminho terapêutico. Tratamentos oferecidos O papel do cirurgião de coluna não se resume à cirurgia. Muitas vezes, o tratamento é conservador. Tratamento clínico Com o objetivo de controlar os sintomas e recuperar a função , as primeiras opções costumam incluir: Fisioterapia direcionada Fortalecimento muscular Ajustes posturais Medicamentos para dor e inflamação Infiltrações quando indicadas Tratamento cirúrgico A cirurgia é considerada quando há: Dor persistente que não melhora com tratamento clínico Déficit neurológico progressivo Compressão significativa confirmada por exames Procedimentos minimamente invasivos e técnicas endoscópicas são opções que buscam menor impacto cirúrgico e recuperação mais rápida. Escolhendo o cirurgião de coluna ideal Ao buscar um cirurgião de coluna, alguns critérios são importantes. Formação e experiência Verifique se o profissional tem especialização específica em coluna e experiência prática com o seu tipo de problema. Atualização técnica A medicina evolui constantemente. Técnicas menos invasivas e mais precisas fazem diferença no resultado. Comunicação clara Um bom especialista explica o diagnóstico de forma compreensível, apresenta opções e esclarece dúvidas . A decisão sobre tratamento deve ser compartilhada e consciente. Buscar avaliação especializada no momento certo pode evitar a progressão da dor e preservar a qualidade de vida. Quando os sintomas deixam de ser pontuais e começam a interferir na sua rotina, procurar orientação qualificada é um passo responsável e necessário. Conheça o Dr. Fernando Flores Perfil profissional O Dr. Fernando Flores é ortopedista especialista em cirurgia da coluna vertebral em São Paulo. Possui mais de uma década de experiência na área e formação em instituições de referência. Realizou residência em Ortopedia e Traumatologia e especialização em cirurgia da coluna na Santa Casa de São Paulo, fez especialização em cirurgia da coluna na USP e Mestrado em ciências do sistema musculoesquelético também pelo Hospital das Clínicas, FMUSP. Atua no Núcleo de Coluna do Hospital Sírio-Libanês e no grupo de Coluna e Escoliose do Hospital Samaritano Higienópolis, participando do tratamento de casos simples e complexos com abordagem técnica e individualizada . Abordagem e diferenciais O trabalho do Dr. Fernando Flores é pautado em avaliação detalhada e indicação precisa . Nem todo problema de coluna exige cirurgia, e essa decisão é tomada com critério. Sua prática inclui técnicas modernas, como procedimentos minimamente invasivos e endoscópicos, sempre alinhando o plano de tratamento às necessidades reais do paciente, seu estilo de vida e suas expectativas de recuperação.
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